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Ciclone causa 9 mortes, destruição e muitos transtornos em SC

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há 1 mês


01/07/2020 10h46


Nove pessoas morreram vítimas das chuvas em Santa Catarina. Na cidade de Chapecó, no Oeste, uma idosa morreu após ser atingida por uma árvore. Em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, um homem perdeu a vida depois de ser atingido pela fiação elétrica de um poste depois da queda de uma árvore. Três pessoas morreram em Tijucas, na Grande Florianópolis. Em Ilhota, no Vale do Itajaí, um homem de 59 anos morreu após um muro desabar na noite de terça-feira, no bairro Baú Baixo. De acordo com a Defesa Civil do município, a vítima era motorista, morador do estado de São Paulo, e teria ficado preso entre um caminhão e a estrutura que desabou.

De acordo com a Defesa Civil, uma morte foi confirmada na manhã desta quartaem Governador Celso Ramos. Houve também uma morte em Itaiópolis e outra em Rio dos Cedros. No Rio Grande do Sul, um homem morreu soterrado após um deslizamento de terra causado pelo temporal em Nova Prata, na Serra.

AMESC 

Moradores do extremo sul catarinense iniciaram o mês de julho contabilizando os prejuízos em decorrência das rajadas de vento provocadas por um ciclone extratropical que está próximo da costa catarinense. Os ventos atingiram os municípios da região da Amesc, na madrugada desta quarta-feira (01).

O forte vendaval que começou por volta da 01 hora da madrugada, ainda assusta moradores. Muitas pessoas passaram a madrugada inteira acordadas, esperando o dia amanhecer para poder ver o que o vento levou.

Segundo a Epagri/Ciram, na madrugada Balneário Arroio do Silva registrou ventos de 80Km/h e Araranguá aproximadamente 90Km/h. Cidades localizadas próximas da serra como Timbé do Sul, Morro Grande e Praia Grande, também registraram fortes ventos que alcançou a marca dos 100Km/h em alguns momentos.

Em Timbé do Sul, conforme levantamento da Defesa Civil, houve detalhamento, árvores caídas, danos na rede elétrica e telefonia celular. Estima-se que no município mais de 250 residências foram afetadas.

Em outros municípios também ocorreram destelhamento de residências, quedas de postes, de árvores e placas, muros caídos, carros danificados.

Conforme o meteorologista Leandro Puchalski, o vento é mais constante e irá durar por algumas horas. Ele irá intercalar momentos moderados com rajadas fortes. Isso deverá ir até a metade desta tarde. Depois, com o ciclone indo para o alto mar, o vento vai acalmar.

Algumas cidades inclusive seguem sem energia.

 

Fonte: jornal Volta Grande

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