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Organização de tráfico internacional de drogas é desarticulada em Santa Catarina

Segurança

há 7 meses


11/12/2019 11h04


Operação Itália foi desencadeada nesta quarta-feira e cumpre três mandados de prisão

 

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Civil do estado de Santa Catarina, deflagrou na manhã desta quarta-feira, 11, a Operação Conexão Itália, para desarticular organização criminosa que atuava no tráfico de drogas. A partir de Santa Catarina essa organização realizava tráfico transnacional com o envio de cocaína para a Europa na intenção de receber MDMA para a produção de ecstasy. 

 

O desencadeamento da operação é consequência das investigações, com prisão e apreensão de drogas, realizadas por delegacias especializadas da Polícia Civil de Santa Catarina nos meses de julho a setembro deste ano.

 

Nesse período dois comerciantes foram presos na sede de uma empresa de produtos esportivos de Florianópolis/SC. Com eles foram apreendidos 26 kg de cocaína, 11 kg de comprimidos de ecstasy, 1,8 kg de haxixe e 4 kg de MDMA, já dispostos embalados em malas.

 

No desdobramento dessas ações, verificou-se que o objetivo da organização criminosa era a remessa internacional de cocaína para o continente europeu, com o consequente recebimento da droga sintética MDMA. Essa substância é base para a produção de ecstasy - também conhecido como bala - uma das drogas mais presentes nas baladas de jovens de classe média e alta no Brasil e em vários países do mundo.

 

Mais de 50 policiais, entre federais e civis de Santa Catarina, cumprem mandados expedidos pela Justiça Federal. São 13 mandados de busca e apreensão, sendo quatro em Florianópolis - SC, dois em São José - SC, dois em Balneário Camboriú - SC, um em Curitiba - PR e quatro na capital de São Paulo. Também estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária.

 

Por suas condutas, os investigados responderão por tráfico transnacional de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa, cuja a pena culminada pode ultrapassar os 30 anos de prisão.

 

O nome da operação, Conexão Itália, faz referência a condição de um dos principais acusados que tem cidadania dupla -brasileira e italiana – e que se valia dessa condição para realizar várias viagens internacionais.

 

Fonte: 4oito

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