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“Ao olhar para as pessoas percebíamos esperança”

Geral

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há 1 mês


21/05/2020 18h39


Com essas palavras o Padre conta como está sendo a volta das Missas em época de pandemia com todos os cuidados necessários.

Por conta da Pandemia que já passa de dois meses e vem mudando os hábitos de todo o país, com as igrejas não foi diferente. Por algum tempo ficaram fechadas, mas agora estão retornando gradativamente e com os devidos cuidados necessários. Padre Pedro Paulo Custódio, Pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus de Forquilhinha, fala um pouco de como tem sido o retorno dos fiéis nesse tempo de pandemia. 

“Disse Jesus : Não tenhais medo eu estarei sempre com vocês, tenhas mais ânimo, Eu Venci o mal” , o final de semana passado retornamos a missa com a participação do povo conforme as orientações da Secretaria da Saúde do Estado de Santa Catarina e também da nossa Diocese de Criciúma pedindo a participação de 30% da capacidade de cada igreja e é claro com a distância mínima de 1,5 m, com o uso de máscaras e Álcool gel estas e outras orientações foram todas seguidas rigorosamente. A participação foi boa tanto na Igreja Matriz como nas comunidades que celebramos é óbvio que a participação foi bem menos de 30% chegou no máximo a 15%. Mas ao olhar para as pessoas percebíamos esperança, percebemos alegria, muitas delas ao se aproximar da Eucaristia choravam, não podemos falar a igreja fechada não existe igreja fechada no sentido espiritual, no sentido missionário a igreja sempre vai ser um hospital de campanha”, relata o Padre 

É tempo de solidariedade 

Ainda segundo o sacerdote em todos os tempos a igreja precisa estar de portas abertas para acolher os fiéis e para ajudá-los. “Na minha opinião deve haver prudência, respeitando todas as orientações, depois esperança não podemos nos desesperar.  No momento não pode mais abraçar, mas um olhar fala tudo além disso muita solidariedade pois tem pessoas sofrendo do sentido material. Inclusive a nossa Paróquia já fez uma grande campanha e continua fazendo a arrecadação de alimentos e também de material de higiene e limpeza, aproveito este momento para lembrar a todos e continuar fazendo doações a nossa Paróquia” destaca o sacerdote.   

Ele ainda completa que as pessoas do grupo de risco que permaneçam em suas casas acompanhando as missas pelas redes sociais, ou TV. “Temos que ser realistas com todos os cuidados como havia dito diante desta pandemia o grupo de risco pessoas que pertencem a esse grupo que permaneçam em casa acompanhando pela mídia, pelas TVs católicas, pelas redes sociais, já aqueles que gozam então de saúde física que venham a igreja. 

Mas mesmo diante de uma situação triste ele conta que a experiência foi boa pois trouxe um pouco mais de esperança e alegria. “A experiência foi boa, como presbítero, como diácono nos alegrou ver o povo sedento, recorrendo a fonte que é o próprio Cristo Jesus. Para mim foi uma nova experiência, nunca vivi uma situação deste tipo de pandemia” Conclui.

 

Fonte: Mariane Rodrigues/Jornal Volta Grande

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