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Coisas de Mulherzinha - Por Rosane de Andrade

Colunistas

há 1 ano


05/10/2020 09h47


JÁ É NATAL?

 

E aí que me dei conta que daqui a dois meses será dezembro... Natal... Este ano foi particularmente confuso e, ao mesmo tempo, rápido. E dei-me conta entrando nas lojas de 1,99. A decoração já está começando a ser vendida!

Outro dia peguei as moedas do tal cofre de 1 real por semana e já detonei. Nunca consigo enchê-lo como vejo tantas pessoas fazendo. Seria uma graninha bem boa, como um 13º extra... porém, nunca dá.

 

As coisas andaram tão estranhas ultimamente que os presságios de meteoros e fim do mundo foram esquecidos, e a pandemia tomou conta dos noticiários e das preocupações mundiais. As 'brusinhas' pro fim do mundo foram substituídas pelas máscaras estampadas que melhor combinam com os modelitos. Por isso que muitas mulheres estão demorando mais pra sair de casa, mesmo que a maquiagem tenha diminuído o trabalho à metade.

E o Natal chegando e as festas de final de ano apontando. Como serão os amigos secretos? Será que haverá 'livro de ouro'? Simone voltará a cantar? Roberto Carlos aparecerá na TV de máscara azul e terno branco?

 

Tudo sempre foi uma incógnita, porém agora as coisas estão mais incógnitas do que antes. Creio que só a previsão do tempo tem acertado.

Engraçado que no início quando todos os dias pareciam iguais, as horas se arrastavam e de repente tudo começou a correr novamente. As horas estão passando mais rápido e quando piscamos já é domingo e nada do que havíamos planejado foi cumprido no final de semana.

 

As faxinas e os desapegos findaram e não há mais nenhuma receita a aprender e postar pra dar invejinha nos amigos da rede. Não que tenhamos aprendido tudo ou feito de tudo, é que não temos mais paciência pra essas atividades.

Quanta coisa nova pra casa foi comprada e quanta decoração foi renovada? Nunca comprei tantas coisinhas, tantas molduras pra fotos e diplomas, tanta dupla face... Descobri tantos manuscritos, tantos sonhos engavetados... alguns continuam nas gavetas, guardados a sete chaves... Um dia, quem sabe?

A grana continua curta mesmo que não se façam viagens, passeios, pois estar em casa é um gasto: come-se mais, usa-se mais luz, mais água... As contas com as despesas do lar aumentaram sensivelmente. As idas ao mercado mais próximo, que desde cedo foi exemplar em protocolos de proteção, tornaram-se tão frequentes que a balança e o bolso sentiram.

 

E como será a ceia????? Certamente a uva passa não pode faltar, mas haverá arroz à grega? Quem sabe podemos mudar os presentes de Natal e pedir no amigo oculto, se houver, uns quilos de arroz?

Mas panetone e rabanada JAMAIS faltarão. E o salpicão??? Estão aí ítens que deveriam ser devorados o ano todo... mesmo que a gente enjoe e no Natal passe a pão com ovo. E que delícia, hein?

Fonte: Rosane de Andrade

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