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GPChoque desarticula associação criminosa de caixeiros

10/10/2017

Na última sexta-feira, 06, o Grupamento de Polícia de Choque (GPChoque), em parceria com a 7ª Promotoria Pública da Comarca de Palhoça, prendeu supostos líderes de uma associação criminosa que vinha realizando diversos crimes, como arrombamentos de caixas eletrônicos e outros correlatos a essa modalidade delituosa. Nos dias 29, 30 e 1º de outubro foi realizado o acompanhamento velado da movimentação dos “caixeiros” em cidades da região sul do estado, mais precisamente nos municípios de Forquilhinha, Nova Veneza e Praia Grande, local onde os suspeitos realizaram levantamento de bancos e possíveis rotas de fuga. Após isso, mesmo em Florianópolis, as equipes do Choque permaneceram no acompanhamento dos suspeitos, atualizando os comandantes das regiões citadas sobre as ações do grupo.

Na sexta-feira, próximo das 4h, a Central de Operações da Polícia Militar (Copom) de Praia Grande foi comunicada da ação dos criminosos, que realizaram um furto à caixa eletrônico em um banco da cidade de Praia Grande. As equipes locais não obtiveram êxito na detenção dos envolvidos naquela região, sendo os mesmos localizados e presos em flagrante pelos policiais do GPChoque na cidade de Palhoça assim que chegaram nas suas residências. Com eles foram recuperados parte do dinheiro subtraído da instituição bancária, um dos veículos utilizados no delito e diversos materiais utilizados para o arrombamento de caixas e cofres bancários, além de um revólver municiado.

Na segunda-feira, 09, dando continuidade ao levantamento das informações, em mais uma operação conjunta com a 7ª Promotoria da Comarca de Palhoça, foram cumpridos Mandados de Busca e Apreensão, bem como Mandados de Prisão de outros investigados por pertencerem a essa associação criminosa, nos municípios de Palhoça e São José. Durante a operação também foram presos outros suspeitos de pertencerem a associação delituosa, sendo apreendidos, além de uma arma de fogo, demais materiais probatórios da prática dos crimes, que foram apresentados ao representante do Ministério Público responsável pela denúncia e pela operação conjunta.

Informações levantadas davam conta de que a organização criminosa era responsável por grande parte dos ataques às agências bancárias do Estado, sendo alguns dos presos reincidentes na prática desse tipo de crime a mais de 10 anos.

Fonte: Texto: major Anderson Sthanke, subcomandante do GPChoque Fotos: AI/GPChoque


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